Café com Poesia ( e Arte) – set/2011

Depois de Lázara Papandrea foi a vez de Eliana Mora mostrar sua atividade poética.

Os versos leves e enigmátivos de Eliana possuem um brilho especial.

E isto começou desde que era uma menininha louríssima. A mais loura dessa foto é Eliana Mora:

Ao relembrar sua história ela nos diz: ” Muita coisa é deixada para trás no decorrer de nossas vidas; o que acaba tendo muito valor é a memória, e o que nela gravamos de mais importante.”

E falando da infância, diz: ” pai poeta e mãe ‘durona’. [ele me fez de 'gravador'; ela, me botou para decorar poesia]. Ele fazia músicas para todas as pessoas da família e cantores do Rádio.” Então, declamar era algo que Eliana começou a fazer muito bem.

Como cheguei à poesia e ao ouvido ‘afinado’…[LIVRO :”Atenção, Maestro”!]

Abaixo vemos Eliana com Maria Sabina de Albuquerque, Curso Olavo Bilac. [Rio de Janeiro]

A experiência de entrar no meio poético do Rio de Janeiro. de conviver com as recordações de M. Sabina – as ‘Cartas para o Céu”; os saraus e os grandes poetas (QUADROS, LIVROS ETC) ; o método da professora. (UM POEMA bem falado a cada semana]..

Dos 5 aos 17 anos: o palco

o sonho.

Depois, o jornalismo, o rádio a TV, os escritos. A Internet, os grupos do Brasil e de Portugal. A poesia como ponto de referência. As amizades que têm como 'centro' o saber poético.

Já são 12 anos de convivência, exercício, edição e participação em antologias.

Da antolgia Poetrix 2, aqui estão:

SE PUDESSE SER UM LIVRO

Seria um livro de sebo:

muito lido, anotado, tons de sépia.

Letras em rosário - reza pagã.

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FLOR SURREAL

Ó musas de Dali!

en/quadro distorcido

a flor de mim - que perdi.

Mar e jardim (2003) é seu livro de estréia com 152 poemas. O livro em homenagem ao pai. Um de seus poemas:

A entrega, a criação, o amor pela Poesia.

POEMA “Ele nasce de um amor desconhecido”.

Eliana Mora tem seu espaço no enderêço: http://elpoeta.multiply.com

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